Acompanhe as nossas ministrações

Construções eternas

O apóstolo Pedro, em sua primeira epístola, nos oferece uma rica e profunda reflexão sobre nossa identidade como cristãos e o papel fundamental de Jesus Cristo em nossas vidas. Em 1 Pedro 2:4-10, somos apresentados a uma metáfora poderosa: Jesus Cristo como a Pedra Viva, a Pedra Angular, a base sobre a qual somos edificados como uma casa espiritual. Este texto nos convida a meditar sobre a solidez da nossa fé e a centralidade de Cristo em nossa jornada espiritual. Pedro nos lembra que Jesus, a Pedra Viva, foi rejeitado pelos homens, mas escolhido e precioso para Deus. Esta pedra, que serve de base para toda a estrutura da nossa fé, foi desprezada por aqueles que não reconheceram o valor e a importância do Filho

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Sementes Perecíveis

Todas as ações, tudo aquilo que fazemos na vida, estão essencialmente ligadas a um pensamento ou a uma visão de mundo que possuímos. A construção do ser humano se dá dessa forma: tudo que fazemos nasce primeiro como um pensamento, trazido à consciência, onde uma determinação ou vontade é empregada para que isso aconteça. Por exemplo, nesta manhã você acordou, levantou-se, se arrumou e veio para cá. O nível de consciência sobre o compromisso de ser igreja, que não é religiosidade, trouxe você até aqui. Tudo que fazemos pode ser visto como sementes que nascem primeiro em nossa mente, para depois se manifestarem em nossas ações. É interessante observar como muitas sementes no mundo parecem novas, mas na verdade já têm um histórico. Pense na

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Uma confissão pública

Todos nós, em algum momento, passamos por situações em que somos questionados sobre algo errado que fizemos. Imagine uma cena comum: uma criança derramou leite na mesa da cozinha. O pai, ao ver a bagunça, se aproxima do filho e pergunta: “Foi você que derramou o leite?” A criança, com a camisa ainda molhada de leite, rapidamente responde: “Não, não fui eu.” Mesmo com a evidência clara de que ela é a responsável pelo acidente, a criança tenta se esquivar da verdade, jogando a culpa em qualquer outra pessoa. Quantos de nós já não fizemos algo parecido? Essa cena ilustra um comportamento humano muito comum: a tendência de negar algo que sabemos que é verdade, mesmo quando as evidências estão bem diante de nós. É

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Coroas e direitos

Sabe aquela igreja que estava assim ó igual homenzinho torto, andava numa casa torta, vivia um mundo torto, tudo era torto? A sua vida era torta. Era a igreja de Corinto, devassidão, promiscuidade, libertinagem sexual, briga, rivalidade, revanchismo, briga de liderança. Paulo fala em certo momento e diz isso para eles: “Vocês não sabem que numa corrida todos competem, mas apenas um ganha o prêmio. Portanto, corram para vencer. O atleta precisa ser disciplinado sobre todos os aspectos; ele se esforça para ganhar um prêmio perecível. Nós, porém, o fazemos para ganhar um prêmio eterno.” Afinal, pelo que estamos lutando? Qual é a nossa premiação? Paulo descortina tudo isso, e ele está dizendo que nós o fazemos para ganhar um prêmio eterno. Mesmo a medalha

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Marchez Filhos de Deus

Hoje, o tema da ministração é “Marchez Filhos de Deus”. “Marchez” é uma palavra francesa que significa “marchar”. A inspiração para esse tema vem do hino nacional francês, “La Marseillaise”, que é conhecido por seu poderoso refrão “marchez, marchez” e é um símbolo de luta contra a opressão. Esse hino, escrito em 1792, durante a Revolução Francesa, tornou-se um emblema da resistência contra a tirania e a opressão do homem sobre o homem. Estamos no início das Olimpíadas em Paris, o que é uma ótima oportunidade para refletir sobre a ideia de marchar e avançar. “Marchez” é um chamado para não apenas marchar fisicamente, como em uma parada militar, mas também espiritualmente, como filhos de Deus. O hino francês é um grito de resistência, um

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Nada pode me ferir

Qual é o segredo de passar fome e ser feliz e de ter a barriga cheia e ser feliz? Quando olhamos para essa pergunta, a resposta não está na quantidade de comida que temos hoje ou que teremos amanhã, mas nas experiências que tivemos com Deus e como elas nos moldaram. Essa é a questão que devemos refletir à luz da palavra. Paulo, em suas cartas, diz que na necessidade extrema que viveu, ele experimentou tanto a fome quanto a fartura. Ele sabia o que era ser traído, abandonado, perseguido e aprisionado. No entanto, também conhecia o abraço, o carinho e o acolhimento da igreja. Paulo experimentou momentos de extrema dificuldade, mas também foi abençoado pela generosidade dos crentes. Quando refletimos sobre nossa própria vida,

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Você tem medo de que?

A carta de Filipenses nos ensina muito sobre a origem e o percurso das nossas emoções, e como elas se materializam em nossos comportamentos, transformando a nossa realidade. É importante entender, à luz do padrão do Reino de Deus, como geramos nossos pensamentos. Filipenses 4:8 diz: “Pensem em tudo que é verdadeiro, tudo que é nobre, tudo que é correto, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é admirável, pensem no que é excelente ou digno de louvor.” Imagine viver em uma sociedade onde todos se concentram nesses tipos de pensamentos. Seria um ambiente de louvor, nobreza, verdade e excelência. Paulo, ao escrever aos Filipenses, nos convida a um novo modo de pensar, direcionando nossos pensamentos para as coisas do alto, coisas

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Fora de controle

A discussão sobre o controle e a ausência de controle na vida cristã é um tema profundo e instigante. Dentro da estrutura da vida, homens e mulheres chamados por Deus precisam controlar algumas coisas, mas há outras que não nos pertencem. A confusão surge quando tentamos assumir o controle que não nos cabe, deixando de lado aquilo que deveríamos realmente manejar. A nova mentalidade que Jesus nos concede nos faz ver essa dualidade de forma clara. Essa mentalidade traz uma visão ambígua sobre o controle e a ausência dele. Parece confuso saber o que controlar e o que deixar nas mãos de Deus. Ao perguntarmos como percebemos e manejamos o controle em nossas vidas, nas áreas da família, trabalho e relacionamentos, revelamos a necessidade de

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A alma que celebra e canta

Há uma palavra de alegria, ânimo e regozijo que Paulo traz à igreja em Filipos. É fascinante observar que Paulo escreveu esta carta enquanto estava preso. Quando imaginamos alguém escrevendo da prisão, é natural esperar expressões de dor e tristeza. Afinal, estar preso, privado da liberdade e enfrentando condições adversas, tende a inspirar sentimentos negativos. Porém, Paulo nos surpreende. Mesmo em um local de confinamento, ele escreve uma das cartas mais efusivas de alegria do Novo Testamento. Paulo nos oferece um imperativo: “Alegrem-se sempre no Senhor. Repito: Alegrem-se!” (Filipenses 4:4). Este comando não é apenas uma sugestão; é uma ordem divina. Mas como pode um homem preso encontrar alegria? Como podemos, em meio às nossas próprias lutas e desafios, encontrar alegria em um mundo caótico?

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Nada de estranho

Em um mundo em constante mudança, encontrar algo que permaneça inalterado ao longo dos séculos é raro. Mas é exatamente isso que encontramos ao mergulhar nas páginas da Bíblia, especialmente em textos como 1 Pedro 4:12-16. Estas palavras, escritas há cerca de 2000 anos, continuam a ressoar e a revelar verdades profundas sobre a natureza da igreja e da fé. O autor destas palavras nos lembra que a igreja não nasceu em um ambiente de conforto e complacência. Pelo contrário, ela emergiu em meio ao fogo da perseguição e da adversidade. Desde os primeiros dias da igreja descritos no livro de Atos, até os dias atuais, a igreja tem sido marcada por suas convicções profundas e inabaláveis. A imagem do fogo é central nessas reflexões.

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