
Transformado ou enganado
Talvez uma das perguntas mais importantes da nossa geração não seja apenas se dizemos que fomos transformados, mas se de fato vivemos essa transformação — e, mais ainda, se ela impacta positivamente os que estão ao nosso redor. Vivemos tempos em que é fácil afirmar algo com palavras, mas difícil confirmar com ações. O grande desafio da nossa fé é romper com a superficialidade. A superficialidade é aquela camada que encobre, que nos impede de ver o fundo, de mergulhar na essência. É como quando olhamos uma piscina, um lago, o mar: se ficamos apenas na superfície, enxergamos pouco. Para ver o que realmente está ali, é preciso mergulhar. Richard Foster, em seu livro sobre disciplinas espirituais, escreveu que a superficialidade é a maior maldição







