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Não Pare no Meio do Caminho

Todos nós já vivemos algum tipo de conflito por imaturidade, seja em relacionamentos, amizades ou até mesmo dentro de nós mesmos. A imaturidade é algo difícil de reconhecer, especialmente durante uma discussão. É muito mais fácil apontar o dedo para o outro, achando que a culpa é sempre do próximo, que não nos entende ou não age da forma que gostaríamos. Raramente paramos para pensar: “Será que eu estou sendo imaturo nessa situação?” A verdade é que pessoas imaturas tendem a evitar conflitos e adiar problemas. No Brasil, por exemplo, é comum evitarmos conversas difíceis. Muitas vezes, sabemos que há algo errado, sentimos a tensão no ar, mas preferimos fingir que está tudo bem a encarar o problema de frente. Isso é um sinal claro

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Uma confissão pública

Todos nós, em algum momento, passamos por situações em que somos questionados sobre algo errado que fizemos. Imagine uma cena comum: uma criança derramou leite na mesa da cozinha. O pai, ao ver a bagunça, se aproxima do filho e pergunta: “Foi você que derramou o leite?” A criança, com a camisa ainda molhada de leite, rapidamente responde: “Não, não fui eu.” Mesmo com a evidência clara de que ela é a responsável pelo acidente, a criança tenta se esquivar da verdade, jogando a culpa em qualquer outra pessoa. Quantos de nós já não fizemos algo parecido? Essa cena ilustra um comportamento humano muito comum: a tendência de negar algo que sabemos que é verdade, mesmo quando as evidências estão bem diante de nós. É

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A Resposta de Deus para o Mundo

Você já conversou com alguém que sempre tenta se mostrar superior em tudo? Alguém que, independentemente do que você compartilha, sempre tem algo “melhor” para mostrar? Essas pessoas podem ser as mais difíceis de lidar, não apenas pela sensação de desconforto que trazem, mas porque refletem um problema maior: o desejo de superioridade. Esse comportamento não se limita apenas às interações cotidianas, mas pode se manifestar de forma mais sutil e perigosa em nossa vida espiritual. A religião, quando mal interpretada, pode nos fazer sentir superiores aos outros. Como cristãos, acreditamos que nossa fé é verdadeira e que nossas escolhas são as corretas. No entanto, essa crença pode, inadvertidamente, gerar um senso de superioridade em relação aos outros. Começamos a enxergar nossas decisões como as

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Coroas e direitos

Sabe aquela igreja que estava assim ó igual homenzinho torto, andava numa casa torta, vivia um mundo torto, tudo era torto? A sua vida era torta. Era a igreja de Corinto, devassidão, promiscuidade, libertinagem sexual, briga, rivalidade, revanchismo, briga de liderança. Paulo fala em certo momento e diz isso para eles: “Vocês não sabem que numa corrida todos competem, mas apenas um ganha o prêmio. Portanto, corram para vencer. O atleta precisa ser disciplinado sobre todos os aspectos; ele se esforça para ganhar um prêmio perecível. Nós, porém, o fazemos para ganhar um prêmio eterno.” Afinal, pelo que estamos lutando? Qual é a nossa premiação? Paulo descortina tudo isso, e ele está dizendo que nós o fazemos para ganhar um prêmio eterno. Mesmo a medalha

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Marchez Filhos de Deus

Hoje, o tema da ministração é “Marchez Filhos de Deus”. “Marchez” é uma palavra francesa que significa “marchar”. A inspiração para esse tema vem do hino nacional francês, “La Marseillaise”, que é conhecido por seu poderoso refrão “marchez, marchez” e é um símbolo de luta contra a opressão. Esse hino, escrito em 1792, durante a Revolução Francesa, tornou-se um emblema da resistência contra a tirania e a opressão do homem sobre o homem. Estamos no início das Olimpíadas em Paris, o que é uma ótima oportunidade para refletir sobre a ideia de marchar e avançar. “Marchez” é um chamado para não apenas marchar fisicamente, como em uma parada militar, mas também espiritualmente, como filhos de Deus. O hino francês é um grito de resistência, um

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Chega de Obstáculos

É comum testemunhar situações inusitadas dentro das igrejas. Momentos como o clássico “olhe para o irmão ao seu lado e diga o quanto você o ama” podem causar estranheza, especialmente para visitantes de primeira viagem. Essas práticas, que não ocorrem em outros lugares, podem tornar o ambiente desconfortável para novatos, afastando-os em vez de aproximá-los. Um exemplo pessoal ilustra bem essa questão. Ao visitar uma igreja em São Paulo, cheguei atrasado em um culto e me deparei com as portas fechadas. Tive que esperar do lado de fora até que fosse permitido entrar novamente. Isso me fez sentir não bem-vindo, uma experiência que muitos visitantes de primeira viagem podem compartilhar. Se alguém que já é crente sente-se assim, imagine como se sentem aqueles que estão

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