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Reorganize suas prioridades

Você se lembra onde estava há 20 anos atrás? Talvez alguns nem tenham nascido ainda, mas 20 anos representam um período longo o suficiente para transformar completamente vidas, culturas e até mesmo gerações. Muitos de nós, nesse tempo, estávamos entrando na escola, na faculdade, casando, tendo filhos ou dando os primeiros passos na vida adulta. As prioridades que tínhamos naquela época, com certeza, mudaram significativamente. Basta pensar nas diferenças tecnológicas e sociais: há duas décadas, o telefone fixo era o meio mais comum de comunicação em casa, as câmeras digitais eram artigos raros na família e filmes eram alugados em locadoras físicas. Hoje, com o advento do smartphone, a internet móvel e serviços como delivery, Uber e aplicativos diversos, nossa maneira de viver, trabalhar e

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Alegre-se: você pode contribuir

“Agora, irmãos, queremos que vocês tomem conhecimento da graça que Deus concedeu às igrejas da Macedônia: no meio da mais severa tribulação, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade.” (2 Coríntios 8:1-2) Esse é um dos trechos mais provocativos e inspiradores da carta de Paulo aos coríntios. Ele nos mostra que contribuir não é um fardo, uma obrigação ou apenas uma resposta a uma necessidade — é uma alegria. É uma expressão profunda de alguém que foi alcançado pela graça de Cristo. É uma manifestação visível de uma vida entregue, curada e direcionada. Quando olhamos para a igreja da Macedônia, encontramos um povo ferido, pobre, perseguido — mas profundamente alegre. Essa combinação nos desconcerta. Como pode alguém, em meio a

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Morra sem nada

“Morra sem nada.” Essa é uma frase desconfortável. Ela atinge o coração de quem planeja a aposentadoria, de quem luta pela estabilidade, de quem valoriza o controle. Ela parece um desrespeito com a diligência de quem sempre se organizou e batalhou por uma vida melhor. Mas talvez, ela seja exatamente o choque que muitos de nós precisamos para nos lembrarmos de quem somos e de quem é Jesus. Por décadas, a conquista da casa própria foi o grande objetivo da vida adulta. Nas gerações anteriores, dizia-se com orgulho: “Vou comprar minha casinha, meu rancho fundo, e me aposentar com a dignidade do INAMPS.” Esse era o sonho. Mas o que Jesus propõe é radicalmente diferente: Ele nos chama para morrer. Não apenas fisicamente, mas espiritualmente.

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Deus ajuda quem cedo madruga

Muitas vezes ouvimos a famosa expressão: “Deus ajuda quem cedo madruga.” Essa frase, de certo modo, resume uma mentalidade bastante presente na nossa cultura — a de que o trabalho árduo é sempre sinônimo de bênção e sucesso. No entanto, quando olhamos à luz das Escrituras, percebemos que a relação entre trabalho, dinheiro e o senhorio de Deus em nossas vidas é muito mais profunda e complexa. É sobre isso que vamos refletir. Ao iniciarmos essa reflexão, somos levados diretamente ao ensino de Jesus em Mateus 6, quando Ele diz: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destróem e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouro nos céus, onde a traça e a ferrugem não

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