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Como chegar em Roma

Roma, na expressão “quem tem boca vai a Roma,” representa algo simbólico para muitos: uma jornada, uma meta, o sonho de alcançar um propósito maior. Esse ditado popular nos convida a entender que, para chegar a qualquer destino — seja ele literal ou figurativo — é preciso ação, determinação e, especialmente, um desejo genuíno de avançar. Ter “boca” para ir a Roma implica a capacidade de perseguir nossos objetivos com vontade e persistência, mesmo quando o caminho parece incerto ou desafiador. No contexto cristão, Roma ocupa um lugar único, não apenas pela presença do Vaticano e da figura papal, mas pela história dos primeiros cristãos que sacrificaram suas vidas por amor a Jesus e ao Evangelho. Paulo, o apóstolo, também tinha um profundo desejo de

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Quando uma decisão custa tudo

Nada é pior do que planejar algo e, no final, perceber que tudo virou um caos, não é verdade? Talvez você já tenha passado por isso. Uma viagem meticulosamente planejada, com todos os destinos definidos, acaba sendo frustrada por imprevistos que fogem ao seu controle. Ou quem sabe um orçamento que, de alguma forma, extrapola o limite já apertado. Mas talvez o cenário mais desafiador seja aquele no qual você precisa tomar uma decisão importante e, mesmo após levantar todos os dados possíveis e calcular os riscos, o resultado foge completamente do esperado. A verdade é que a vida é feita de decisões e, para cada uma delas, somos desafiados a planejar e ponderar os custos envolvidos. A Bíblia nos mostra que Deus sempre apresenta

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Quando Jesus encontra um religioso

A história do apóstolo Paulo é uma das mais profundas e transformadoras dentro do Novo Testamento. Em Atos 22, Paulo narra sua jornada, desde suas origens como judeu fervoroso e zeloso pela lei até o encontro transformador com Jesus. Ele explica que, nascido em Tarso e criado em Jerusalém, foi educado por Gamaliel, um dos mestres mais renomados do judaísmo. Paulo era um seguidor rigoroso das leis e tradições judaicas, e essa devoção o levou a perseguir cristãos, acreditando estar fazendo a vontade de Deus. Paulo tinha convicção de que a nova seita, formada pelos seguidores de Jesus, estava completamente errada. Ele não apenas acreditava nisso, mas dedicava sua vida a eliminar essa “ameaça” ao judaísmo tradicional, prendendo e até consentindo com a morte de

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O segredo da vida plena

Imagine o cenário: Jerusalém, durante a Festa dos Tabernáculos, uma celebração vibrante repleta de símbolos e rituais que lembravam a jornada de Israel pelo deserto. No meio da grandiosidade das lâmpadas gigantes que simbolizavam a coluna de fogo, Jesus se ergue e faz uma declaração que ecoa através dos séculos: “Eu sou a luz do mundo” (João 8:12). Mas o que realmente significa essa afirmação para nós hoje? Jesus estava desafiando uma visão superficial da vida espiritual e revelando algo muito mais profundo. Ele não apenas se apresentava como a luz que guia, mas como a própria fonte de iluminação divina. Como essa revelação impacta nossa compreensão sobre a verdadeira liberdade espiritual? E por que, apesar dessa oferta, muitos ainda vivem cativos a diversas formas

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